Nos últimos tempos, por diversos motivos, uns cabíveis outros por vezes modísticos, vários amigos tem me dito que já passava o tempo de eu ter um blog na Internet – creio que não existe blog fora dela. Minha relutância ou procrastinação desta atitude sempre se pautou em dois pontos: o que teria eu para dizer ao mundo e se o trabalho todo de montar um blog seria compensadora no meu aprimoramento pessoal.
No combate à minha preguiça em gerar um blog, meus amigos Maurício (@reclameaqui) e Normann (@normannkalmus) que me mostraram que depois que inventaram o WordPress (br.wordpress.org) ter um blog exige zero de investimento.
Daí, foi só ‘googar’ em busca de wordpress how to (http://www.wcardia.com.br/2008/08/14/configurando-e-hospedando-um-blog-com-o-wordpress-do-inicio-ao-fim/), registrar quatro domínios (por puro narcisismo mesmo), alugar um espaço no hosting e voilá: www.eduneto.com.br, www.eduneves.com.br, www.eduneto.com e www.eduneves.com.
Bom, tenho que confessar que não sou totalmente leigo em tecnologias web, pois sou sócio de um negócio que fornece infra-estrutura para tudo isso trafegar, porém, isso me ajuda no registro de domínio e não muito mais. O que mais me fascina a cada dia, é a possibilidade de construir na Internet a partir de ferramentas e conhecimento disponíveis nela própria.
Em relação ao outro ponto que expus, de que serviria o que tenho a dizer, é realmete a preocupação de não infestar ainda mais a Internet de opniões importantes, notórias e cheias de uma inutilidade de gerar unanimidades burras ou tentativas de reforças visões tendenciosas ligadas a ações comerciais ou políticas disfarçadas de isenção e ineditudes.
Espero devolver aqui, um pouco de tudo o que tange a existência humana, ao menos o que minha janela de realidade me permite ver, e que sirva a impulsos de criação e insights que retroalimente minha mente, influenciando minha própria forma de pensar.
Viva o fenômeno autocatalítico na Internet e a inata capacidade cognitiva do homem a serviço da humanidade e nos esforçemos a inserir o ‘por quê?’ após cada uma das afirmações que encontramos: tudo como sempre.
