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	<title>Pensar SOBREtudo &#187; Comportamento</title>
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	<description>A atenção crítica ao cotidiano - pensemos um pouco sobre tudo que nos rodeia</description>
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		<title>[Pensar Humano] Aniversário de uma amiga sem Twitter</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar HUMANO]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje é aniversário de Aline, uma grande amiga. Nunca nos vimos pessoalmente, pois nos conhecemos pela Internet há alguns anos. Não me recordo exatamente, mas devemos ter nos cruzado em algum chat (aos nativos, peço que consultem a wikipedia).
Nestes últimos dias, estive trabalhandoem São Paulo, e sabe como é, sempre que a gente sai da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é aniversário de Aline, uma grande amiga. Nunca nos vimos pessoalmente, pois nos conhecemos pela Internet há alguns anos. Não me recordo exatamente, mas devemos ter nos cruzado em algum chat (aos <a href="http://www.pensarsobretudo.com.br/2009/08/03/consumidor-2-0-empresas-precisam-de-estrategias-diferenciadas-para-imigrantes-e-nativos/" target="_blank">nativos</a>, peço que consultem a wikipedia).</p>
<p>Nestes últimos dias, estive trabalhandoem São Paulo, e sabe como é, sempre que a gente sai da base, sobram atividades para noite e madrugada, por culpa dessa tecnologia toda (que inclusive eu me presto a vender.. plim, plim) a empresa vem nas costas da gente.</p>
<p>Já passava da meia-noite e eu ali, e-mail, twitter, planilhas, documentos, treinamento on line e o escambau, tudo ao mesmo tempo. De repente, a agenda eletrônica do telefone avisa que é aniversário de Aline (sinceridade né!?). Bom, a questão é que ela não tem twitter (um a-b-s-u-r-d-o ), senão, eu entrava ali fuzilava uma mensagem, ou uma rajada delas, em DM ou não.</p>
<p>Foi o momento que pensei: ferrou, vou ter que escrever um email mesmo&#8230; troço mais &#8220;lento&#8221;, ai, ai&#8230; tenho que convencer a Aline a ter um twitter, senão, no ano que vem, vou ter que novamente passar por isso.</p>
<p>Se você que está lendo pensou num messenger, pra mim, é só um pouco menos &#8220;dinossáurico&#8221; que os que pensam em email, orkut e outras tralhas.</p>
<p>Resumo da ópera? Fui ao hotmail e escrevi um carinho bobo:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>É hoje!</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Já se vão anos que ganhei um presente,<br />
Mas isso faz parte apenas de meu egoísmo,<br />
Uma vez que sua presença não só a mim presenteia.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Acho que quero pra mim o mérito,<br />
De ter garimpado jóia rara na turva Internet,<br />
Ou terei eu o sido?</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Isso tampouco me importa,<br />
Neste dia especial de sua vinda,<br />
Gostaria de te abraçar e dizer:</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Parabéns pra mim é ter você,<br />
Nesta data, minha querida amiga!</em></p>
<p>Aí, pela manhã, ela entrou num fossilizado messenger e me agradeceu, mesmo eu tendo escrito mais de 140 caracteres.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[Redes Sociais] A realidade do microblog (em quadrinhos)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 19:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[
É por essas e outras que quando alguém disser que vai só dar uma espiadinha no twitter, certamente estará mentindo. Se quiser entender mais sobre este fenômeno, de forma bem humorada, você pode dar uma passada  no blog do @Mauricio_vargas.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-379" title="Realidade_microblog-v" src="http://www.pensarsobretudo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Realidade_microblog-v.jpg" alt="Realidade_microblog-v" width="327" height="723" /></p>
<p>É por essas e outras que quando alguém disser que vai só dar uma espiadinha no twitter, certamente estará mentindo. Se quiser entender mais sobre este fenômeno, de forma bem humorada, você pode dar uma passada  no <a href="http://reclameaqui.wordpress.com/2009/09/16/primeiro-estudo-setorial-dos-tuiteiros-no-brasil/" target="_blank">blog</a> do @Mauricio_vargas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>[Comportamento] As Redes de (des) Relacionamento na Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 21:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Após a aprovação do divórcio pela Internet, ocorrido na CCJ do Senado, nesta última quarta-feira (02-set-2009) o ciclo nas redes de relacionamento se fecha:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a aprovação do divórcio pela Internet, ocorrido na CCJ do Senado, nesta última quarta-feira (02-set-2009) o ciclo nas redes de relacionamento se fecha:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-369" title="SepareAqui" src="http://www.pensarsobretudo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/SepareAqui.jpg" alt="SepareAqui" width="334" height="776" /></p>
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		<title>[Comportamento] Como lidar com turbulência em Vôos</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/08/06/comportamento-como-lidar-com-turbulencia-em-voos/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 18:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Avião]]></category>
		<category><![CDATA[Turbulência]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é mais uma adaptação que fiz a partir de um texto em inglês sobre turbulência em vôo e uma forma para lidar com esse problema que parece estar nmais constante, ou mais noticiado.Algumas coisas omiti, outras eu acrescentei ou adaptei. Questões sobre assento especiais para crianças, que são regulamentadas nos EUA, aqui nem sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é mais uma adaptação que fiz a partir de um <a href="http://www.wikihow.com/Handle-Airplane-Turbulence" target="_blank">texto em inglês sobre turbulência em vôo</a> e uma forma para lidar com esse problema que parece estar nmais constante, ou mais noticiado.Algumas coisas omiti, outras eu acrescentei ou adaptei. Questões sobre assento especiais para crianças, que são regulamentadas nos EUA, aqui nem sei se existe, então deixei aí. Tem também alguns links que remetem para o WikiHow.</p>
<p><strong>1. Antes do Vôo</strong></p>
<p><strong> 1.1.    Peça um assento que onde você se sinta confortável. </strong></p>
<ul>
<li>Peça um assento na lanela, se o fato de ter uma parede/anteparo perto de você  fará você se sentir mais seguro. Mantenha em mente, contudo, que nenhum assento é mais ou menos seguro que os outros. Os únicos assentos que pode querer evitar são os das saídas de emergência, porque, caso você entre em pânico, você pode não estar apto para arcar com a responsabilidade inerente a quem senta nestas fileiras. Sentar próximo ao centro de massa da aeronave (perto das asas) pode ser mais confortável, uma vez que o avião ‘balança’em torno deste centro, é como o centro de uma gangorra.</li>
</ul>
<p><strong>1.2.    Vá ao banheiro.</strong></p>
<ul>
<li>Estar no banheiro quando ocorre uma turbulência é perigoso, então ir de antemão ao banheiro diminui a chance de ter que ir durante o vôo e ser pego durante turbulência. Tente evitar também os diuréticos, como chá e cerveja.</li>
</ul>
<p><strong>2. Durante o Vôo</strong></p>
<p><strong>2.1.    Mantenha os cintos afivelados </strong>(KEEP your seatbelt ON)</p>
<ul>
<li>Ouça o piloto e os comissários de bordo. Se eles disserem para retornar ao seu assento e afivelar o cinto de segurança, independente de um anúncio verbal ou o sinal luminoso, atenda-os imediatamente. Pode soar como um aviso óbvio, mas muitos ferimentos causados por turbulência são resultado de passageiros que não deram atenção aos avisos, como já ocorreu com várias pessoas que vão ao banheiro enquanto os avisos estão acessos e acaba sofrendo ferimentos.<span id="more-327"></span></li>
</ul>
<ul>
<li>Afivele seu cinto, mesmo que não tenha sido instruído para tal. Enquanto, em alguns casos os pilotos podem antecipar a turbulência, em outros ela é repentina, e algumas vezes muito forte. Por exemplo, 26 pessoas ficaram feridas quando um vôo entre o Brasil e os EUA foi pego por uma turbulência, mas nenhum dos passageiros que usava o cinto ficou ferido. Pode ser tentador tirar o cinto de segurança durante viagens longas, para ficar mais confortável. Considere a possibilidade de apenas afrouxar um pouco seu cinto. Independente de qualquer coisa, você vai querer que seu cinto mantenha você seguro em seu assento em caso de uma turbulência repentina.</li>
</ul>
<ul>
<li>O lugar mais seguro para uma criança estar durante uma turbulência é em seu próprio assento, com um adaptador adequado para o assento (algumas aeronaves possuem, mas em alguns casos você precisa ter um seu).</li>
</ul>
<p><strong>2.2.    Mantenha-se longe de objetos soltos. </strong></p>
<ul>
<li>Objetos soltos na cabine do avião, durante uma turbulência, podem causa ferimentos. Você também deve manter tampado qualquer liquido quente Você pode usar o saco para enjôos para cobri-lo. Mantenha sua mesinha fechada e travada caso não esteja usando-a.</li>
</ul>
<p><strong>2.3.    Use técnicas de relaxamento</strong>.</p>
<ul>
<li> Controle sua respiração. Quando você entrar em pânico, você acelera ou prende sua respiração. Ambas as atitudes irá piorar sua ansiedade. Foque em respirar longa e profundamente.</li>
</ul>
<ul>
<li>Solte seus braços sobre os descansos. Deixe o corpo se apoiar relaxadamente. A tensão só irá piorar as coisas.</li>
</ul>
<ul>
<li>Use técnica da liberdade emocional ( <a href="http://www.wikihow.com/Use-the-Emotional-Freedom-Technique-%28EFT%29" target="_blank">Emotional Freedom Technique – EFT</a> )</li>
</ul>
<ul>
<li>Medite (<a href="http://www.wikihow.com/Meditate" target="_blank">Meditate</a>) – Tente centrar-se ( <a href="http://www.wikihow.com/Ground-and-Center" target="_blank">Ground and Center</a>)</li>
</ul>
<ul>
<li>Faça uma auto-hipnose  (<a href="http://www.wikihow.com/Perform-Self-Hypnosis" target="_blank">Perform Self Hypnosis</a> )</li>
</ul>
<p><strong>2.4.    Distraia-se.</strong></p>
<ul>
<li> Feche os olhos e ouça música. Preste atenção à letra. Tente criar imagens em sua mente a partir da letra e da música que você está ouvindo.</li>
</ul>
<ul>
<li> Leia um livro.</li>
</ul>
<ul>
<li> Se você está viajando com alguém, procure conversar e tirar o seu centro de atenção  do fato de estar voando.</li>
</ul>
<ul>
<li> Conte até 99 nos seus dedos (<a href="http://www.wikihow.com/Count-to-99-on-Your-Fingers" target="_blank">Count to 99 on Your Fingers</a>)</li>
</ul>
<ul>
<li> Lembre-se que aviões são feitos para voar. Se você estivesse olhando o avião pelo lado de fora, durante uma turbulência, iria parecer que está acontecendo nada. Aviões não são perigosos.</li>
</ul>
<p>That&#8217;s it!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>[Pensar Humano] #SMAM: A inveja da Mama desbancando a inveja do Pênis</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/08/03/pensar-humano-smam-a-inveja-da-mama-desbancando-a-inveja-do-penis/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 22:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar HUMANO]]></category>
		<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[breastfeeding]]></category>
		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[SMAM]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes que os especialista comecem o ataque (se é que algum deles vai perder tempo por aqui), já sou réu confesso: não sou psicanalista, nem pretendo que este post seja analisado do ponto de vista científico.
Estamos em plena Semana Mundial do Aleitamento Materno e apesar da campanha veiculada pelo Ministério da Saúde, que é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que os especialista comecem o ataque (se é que algum deles vai perder tempo por aqui), já sou réu confesso: não sou psicanalista, nem pretendo que este post seja analisado do ponto de vista científico.</p>
<p>Estamos em plena Semana Mundial do Aleitamento Materno e apesar da <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=137&amp;pagina=dspDetalheCampanha&amp;co_seq_campanha=3425" target="_blank">campanha veiculada pelo Ministério da Saúde</a>, que é o reponsável pela organização dela no Brasil, pouco vi na midia matérias a respeito. Coisa simples assim: alimente a mãe, ela dá só o peito ao filho nos primeiros 6 meses de vida, ele fica imune à maioria das doenças da infância, diminui o sofrimento e mortalidade e economiza um montão de dinheiro.</p>
<p>No twitter foi onde mais observei o esforço de algumas mulheres em tópicos como #smam ou #breastfeeding, ou o @aleitamento. São posts autobiográficos  emocionantes sobre o assunto. Vale a pena uma busca. São declarações rasgadas de amor e carinho, de algum sentimento de posse também (tem mãe coruja pácas), mas principalmente, expressões da emoção mais cara do ser humano, que é a compaixão. O ato de se dar a outrem.</p>
<p>Mas sabe como é: peito é coisa de mulheres, homens não participam deste papo!! Homens só mamam. Deve ser por isso que surgiu o termo pejorativo &#8220;mamata&#8221;. Só pode ter sido cunhado por um homem. Algo assim, de conseguir obter vantagem sem esforço. A completa distorção da maternidade&#8230; só pode ter sido um homem (Deviam criar uma lei &#8220;mamofóbica&#8221;).</p>
<p>Homens fazem filho, mas não os geram. Assitem (alguns) à gestação, mas não os parem. Os educam, mas não os alimentam, não os constroem. E normalmente reclamam de ter de levantar a noite. Esses dias li um post, daqueles de machões reclamões que dizia: &#8220;..  e eu nem tenho peito, pra que ela quer que eu levante para pegar o bebê?&#8221;.</p>
<p>Ah o pênis&#8230; tudo culpa dele. <span id="more-312"></span>Potência fálica, gênese  da autoridade, da dominação. Pura incapacidade de geração. Como alguém que porte um instrumento tão maravilhoso e capaz de tanta realização, poderia pensar em compartilhar um sentimento, dividir um momento, dar o suporte através de um gesto de generosidade. Homem só dá suporte somente pra  alguma sentar em cima.</p>
<p>Pior são as mulheres fálicas. Essa são pra acabar. Construindo falos fictícios para ocupar posições de poder em organizações e governos. Estão abrindo mão de algo que realmente importa, para aprisionar nossos jovens e crianças nessa estrutura competitiva, autoritária e desumana, que os homens estão insistindo em perpetuar.</p>
<p>Aos homens que acreditam que serem mais maternos os farão menos machos, quero deixar meu pesar. Vocês estarão fadados a ficar no futebolzinho reclamando da mulher, ou enchendo a cara na sinuca, ou deitando-se com putas para que elas lhe digam que você é muito macho. Ou pegam tudo isso e direcionam para a política ou gestão empresarial, dá no mesmo.</p>
<p>Podemos ter nossos prazeres independentes de nossas mulheres, sem que isso signifique ter que fazê-las menores. Poder também tomar a cervejinha ao lado dela. Poder nos abster em nome dela, da família, e receber o mesmo tratamento de volta. Acabar com o mito que a liberdade é masculina e a prisão é feminina (isso falo às mulheres também).</p>
<p>Freud foi um dos homens que mais conseguiu compreender a natureza humana: a partir do homem. Pelo que sei, em vários momentos de sua obra, quando se referia à psiquê feminina, por vezes se demonstrou limitado ao entendimento. Talvez não por sua culpa, pois acredito que sistematizou tudo num momento social onde o falo era a grande ferramenta, onde tudo era possível pela força.</p>
<p>Estamos vivendo um novo tempo, onde o poder não mais poderá ser imposto, onde a capacidade de agregar determinará a sobrevivência, a capacidade de cuidar, de zelar irá determinar o quanto da natureza ainda poderemos exigir. Estamos vivendo um tempo onde o pênis terá que ceder lugar ao seio, à mama.</p>
<p>Vivemos no planeta Terra, que nos acolhe indistintamente, sistematizados pela Natureza, que nos provê a sobrevivência, a sociedade caminha para a democracia, para o achatamento da hierarquia e a organização de grupos, para a mediação de interesses e conflitos: todas qualidade femininas.</p>
<p>E os homens? Ou fingem que nada está acontecendo, ou estão em pânico, ou estão tentando entender essa nova ordem. Os castelinhos ruindo. O modelo de desenvolvimento e governança falido e desgovernado.</p>
<p>Mas sabe como são os machos, se juntam numa reuniãozinha metida a besta, entre os &#8216;<em>G alguma coisa</em>&#8216;, se auto-entitulam líderes (bem coisa de macho) e não são capazes de chegar a um acordo. Porque negociar, conceder não é qualidade masculina.</p>
<p>O que falta é uma belo par de seios em cada um. Nada de silicone, mas sim uns peitões (ou peitinhos&#8230; aprendi que tamanho não tem relação com produção), transbordando de leite. Aquela generosidade, que mesmo que se queira, não é possível conter. Algo que é mais forte, algo ligado à vida. É dar de si para que o outro possa viver, e se sentir mais vivo com isso, se sentir perpetuado no outro com seu próprio corpo.</p>
<p>Pior é ver mulheres de pau em ríste, no meio destes machões. Mulheres masculinizadas em suas visões, mulheres que deixam seus filhos às mamadeiras. Mulheres que invejam o pênis pútrido dos poderosos. Isso sim é triste.</p>
<p>Aos machões de plantão,  já se faz tarde o momento de  desenvolverem seus úteros e seios, de forma análoga a que obrigaram às suas mulheres a desenvolverem falos para lutar por igualdade de direitos. E agora reclamam do feminismo. Ah, vai dizer que não foi você!? Dançou, mesmo que não sejamos, estamos tomando tudo de herança. Assim como elas.</p>
<p>Num dos posts que li esta semana, uma mãe narra que, enquanto amamentava, se atentava para o olhar atônito do pai do seu filho. Um olhar de quem tenta e nunca irá alcançar o que está se passando ali. Penso que talvez isso seja verdade, talvez, o que um bom homem possa alcançar é a gratidão pelo peito que recebeu.</p>
<p>Talvez tenha chegado o momento de mães e pais criarem bons filhos homens para boas mulheres e boas filhas mulheres para bons homens. A femiminilidade e a masculinidade está em todo ser humano, independente de seu gênero.</p>
<p>O que continua diferente é só o sexo. E isso é bom.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Pensar Humano] O bem vence o mal: Saudades do Mussum (#mussumday)</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/07/29/pensar-humano-o-bem-vence-o-mal-saudades-do-mussum-mussumday/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 14:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar HUMANO]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mussum]]></category>
		<category><![CDATA[Tolerância]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora a pouco escrevi um post sobre a campanha anencéfola chamada #lingerieday, me entristecendo com o comportamento de tantos de nós, seres humanos. Porém, agora gostaria de me regorgizar com a mobilização no Twitter na manifestação da saudade de tantos de nós, de um humorista que conseguiu misturar alegria, irreverência e lidar com o preconceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora a pouco escrevi um post sobre a <a href="http://www.pensarsobretudo.com.br/2009/07/29/comportamento-lingerieday-a-coisificacao-das-pessoas/">campanha anencéfola chamada #lingerieday</a>, me entristecendo com o comportamento de tantos de nós, seres humanos. Porém, agora gostaria de me regorgizar com a mobilização no Twitter na manifestação da saudade de tantos de nós, de um humorista que conseguiu misturar alegria, irreverência e lidar com o preconceito de uma forma alegre: &#8220;negão é o teu passadis&#8221;.</p>
<p>Enquanto os &#8216;coisificadores&#8217; degladiaram por uma semana tentanto realizar seu sonho de &#8216;playboy for free&#8217;, a saudade e a lembrança feliz de uma geração que viveu os domingos com o quarteto trapalhão, e particularmente na lembrança do aniversário de 15 anos sem Mussum, colocou o #mussumday no trending topics do Twitter em questão de horas.</p>
<p>Estou otimista: O bem triunfará.</p>
<p>Para a moçada que não teve a oportunidade de vê-los, e tem que mudar de canal no Programa do Didi, que anda chatinho pácas, tá cheio de vídeos dos trapalhões no Youtube.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/07/29/pensar-humano-o-bem-vence-o-mal-saudades-do-mussum-mussumday/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>[Comportamento] #lingerieday: A &#8220;coisificação&#8221; das pessoas</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/07/29/comportamento-lingerieday-a-coisificacao-das-pessoas/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 14:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez eu, na condição de gênero masculino, não sou a melhor pessoa a criticar a iniciativa lançada no Twitter, pois posso ser considerado &#8216;pouco homem&#8217;, maricas, puxa-saco de feminista e sei lá mais o quê. Pelo menos foram algumas dessas  classificações que receberam muitos homens que se opuseram à &#8216;campanha&#8217;.
Não vou aqui explicar essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez eu, na condição de gênero masculino, não sou a melhor pessoa a criticar a iniciativa lançada no Twitter, pois posso ser considerado &#8216;pouco homem&#8217;, maricas, puxa-saco de feminista e sei lá mais o quê. Pelo menos foram algumas dessas  classificações que receberam muitos homens que se opuseram à &#8216;campanha&#8217;.</p>
<p>Não vou aqui explicar essa idéia, nem citar seus criadores, até porque creio que estaria dando crédito a pessoas que estão contribuindo para algo que não acredito que ajude no convívio humano e está nos levando a uma visão &#8220;coisificada&#8221;, não só das mulheres &#8211; que vem de longa data, mas do próprio ser humano. Basta colocar &#8220;#lingerieday&#8221; no search do Twitter ou de algum buscador da Internet e virá muita informação.</p>
<p>Um ponto importante a observar é aquele que se pauta na indignação de muitas mulheres diante da forma &#8216;coisificada&#8217; com que a campanha lhes trata, principalmente daquelas que ainda possuem auto-estima mais preservada. Claro que a questão &#8216;mulher objeto&#8217; as remete a um tempo, em sua uma memória histórica, para onde nunca mais aceitarão retornar. Algo como querer levar os negros de volta à escravidão. Daí algumas reações destas mulheres serem qualificada por algum homens e incrivelmente por algumas mulheres, de feministas recalcadas e outros elogios.</p>
<p>Gostaria de ir além. Acredito que estamos vivendo uma época em que o que tem valor é algo que pode ser quantificado, poupado, investido, lucrado, exibido. Algo que seja uma coisa. Tem que ter como enxergar, como exibir aos outros, ou como ser guardado no armário para ser usado quando convier.</p>
<p>Isso tem acontecido nas amizades, nos relacionamentos amorosos, nas atividades simples do dia-a-dia. É frustrante a incapacidade de precificar o sorriso ou as lágrimas, a satisfação em ver a felicidade de outrem, a beleza do Sol e da Lua. Tudo isso passa então a ser piegas e tolo. Coisa de fracos, de quem não sabe viver com emoção, como se emoção fosse conseguir &#8216;coisificar&#8217; o que nos cerca e usá-los à exaustão.</p>
<p>Não acho que ignorar simplesmente a campanha não executando &#8216;as ordens&#8217; dos seus gênios criadores basta. Há que se mostrar que ainda existe humanidade nos humanos.</p>
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		<title>[Pensar Humano] Os seres humanos estão desistindo de sua humanidade?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 23:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em matéria veiculada pelo The New York Times, foi divugado que Eric Horvitz, pesquisador da Microsoft que é hoje o presidente da Associação para o Avanço da Inteligência Artificial, junto a seus pares associados, reuniram-se em Monterey Bay, Califórnia, EUA, no Asilomar Conference Grounds.
A intenção foi debater sobre o avanço ocorrido na inteligência artificial, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em matéria veiculada pelo The New York Times, foi divugado que Eric Horvitz, pesquisador da Microsoft que é hoje o presidente da Associação para o Avanço da Inteligência Artificial, junto a seus pares associados, reuniram-se em Monterey Bay, Califórnia, EUA, no Asilomar Conference Grounds.</p>
<p>A intenção foi debater sobre o avanço ocorrido na inteligência artificial, que está alarmando e impressionando até mesmo os seus próprios desenvolvedores. Cientistas da computação, pesquisadores de inteligência artificial e roboticistas discutiram sobre ética na automação, os perigos de criminosos cibernéticos, ameaças ao emprego e sobre a forma quase religiosa que alguns tecnólogos tem tratado estes avanços, dentre tantas outras questões.</p>
<p>A idéia central de levantar estas discussões, é que os próprios pesquisadores achem uma direção mais segura para o desenvolvimento tecnológico, ao invés de aguardar que a tecnologia chegue atropelando as pessoas e gere entrincheiramentos, como ocorreu no caso dos alimentos transgênicos. Se algo não vai ser bem aceito, para que investir mais dinheiro nele e depois ter que &#8216;forçar&#8217; seu sucesso!?</p>
<p>O encontro teve mesmo local e motivação de um encontro realizado em 1975, entre os mais eminentes biólogos do mundo, que se encontraram em para discutir a nova habilidade de remodelar a vida pela troca de material genético entre organismos. Preocupados com possíveis riscos biológicos e questões éticas, cientistas chegaram a interromper certos experimentos (menos a Monsanto).</p>
<p>Eu acho muito louvável este tipo de pausa &#8211; ou movimento &#8211; para reflexão, que coloca o ser humano (de volta) como aquele a ser servido pela tecnologia. Horvitz, continua acreditando que a pesquisa em inteligência artificial pode beneficiar os humanos e compensar algumas falhas.</p>
<p>Exemplificando, Horvitz disse que apresentou recentemente um sistema de auxílio a diagnóstico, que escuta os pacientes e reage com empatia ao responder-lhes. Se uma mãe diz que seu filho está com diarréia, um rosto no monitor reage e diz: &#8216;que pena, lamento ouvir isso&#8217;.</p>
<p>A parte ruim foi o comentário de um médico sobre o sistema: &#8216;<em>&#8216;E uma ótima idéia, eu não tenho tempo para isso&#8221;</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Pensar HUMANO] A Crueldade dos Intelectuais Brasileiros</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 21:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[É muito legal tem acesso ao conhecimento, viver no meio de pessoas inteligentes, cultas, providas de cognição e cultura. Todos com elaborações sofisticadas sobre a natureza humana, sua e dos outros. Estudiosos das emoções e sentimentos humanos, principalmente da eterna busca do amor romântico.
Compartilhando todo esse conhecimento entre pessoas igualmente inteligentes e capazes de debates [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito legal tem acesso ao conhecimento, viver no meio de pessoas inteligentes, cultas, providas de cognição e cultura. Todos com elaborações sofisticadas sobre a natureza humana, sua e dos outros. Estudiosos das emoções e sentimentos humanos, principalmente da eterna busca do amor romântico.</p>
<p>Compartilhando todo esse conhecimento entre pessoas igualmente inteligentes e capazes de debates ferrenhos nos blogs, twitter, palestras e eventos. Vivem o dia a dia em nome de espalhar o bem do saber e evoluir a cada dia. Tudo em prol do pensar.</p>
<p>Pois é, somos todos muito CRUÉIS!! Só nos envolvemos no que sentimos prazer, a motivação por trás disso, na maioria das vezes é nossa felicidade infantil e egóica, uma atitude que nos faz entrar num mundo de deuses, orgulhosos pelo seu saber e apaixonados pelos seus insights.</p>
<p>No mês passado eu assiti a uma palestra do Leonardo Boff, onde ele falava sobre a felicidade no sentido individual e coletivo neste mundo moderno que estamos vivendo. Em dado momento, em que ele relatava a própria participação na cúpula dos povos na ONU nos dias 24-26 de junho de 2009 (ninguém ouviu falar po causa de morte do M.Jackson), foi se inflamando frente à imobilidade dos povos ricos em resolver a pobreza no mundo, o gasto absurdo no socorro financeiro aos bancos, e,  num tom de desabafo e indignação disse: eles são cruéis.</p>
<p>O momento que estamos vivendo hoje é de um egoísmo cívido dos mais absurdos já vividos. Não sei se porque a geração que está hoje na maturidade é aquela mesma que cresceu e teve sua juventude durante o governo militar, mas é uma geração absolutamente desprovida de sentimento cívico.<br />
<span id="more-242"></span><br />
Isso chegou a tal ponto, que os bons se afastaram de tudo o que é coletivo, das instituições brasileiras, que deveriam servir a todos, deixando um vácuo a ser ocupado pela escória da humanidade. Acho que os anistiados políticos, que foram ativistas políticos, e que sonharam com a chegado da esquerda ao poder, devem estar em depressão profunda assistindo a este governo de esquerda no comando do Brasil.</p>
<p>Aí, todo mundo começa a se organizar no terceiro setor, o que serve de contraponto a um governo ineficiente, agiliza a execução de ações nas quais o governo é moroso ou incompetente por sua natureza, e para isso existem as verbas públicas destinadas a isso, ou ao ativismo e caridade de pessoas e empresas que as suntentam.</p>
<p>Agora, vemos assaltos às verbas destinadas a cultura, assiste-se a meia dúzia de organizações que consomem todo o recurso disponível, e outras que se apropriam disso e nem mesmo existem de fato, e dão uma esmola ao artista que se presta a compor a &#8216;laranjada&#8217;.</p>
<p>Podemos criar institutos e fundações, chamarmos os cidadãos ao engajamento em ONGs, mas isso tudo não substitui a nossa obrigação na participação política de nosso Brasil. Não podemos nos isentar de nossa responsabilidade como brasileiros, e muito mais ainda por sabermos que sem o desenvolvimento cognitivo e acesso ao conhecimento, as pessoas pobres de nosso país serão usadas por facínoras.</p>
<p>Vamos assistir a tudo isso e pensar simplesmente que não gostamos de política, que política é chato. Enquanto isso relcamamos do trânsito, da escola particular que temos que pagar, do custo dos planos de saúde, do chato que nos incomoda no sinal, dos bandidos que nos exterminam por uns trocados ou porque não foram com nossa cara.</p>
<p>É como reclamar do elevador que não funciona, o lixo no pátio do estacionamento, a piscina suja, o porteiro que vive dormindo, mas mesmo assim, nunca aparecer na reunião de condomínio. É como achar que se não olhamos para a merda ao nosso lado, ela irá deixar de existir. Ou pior, achar que estamos relegados a viver imersos no esgoto, desde que consigamos mudar nossa mente e ver o que há de bom nele, ou dentro de nós.</p>
<p>No fundo, a intelectualidade brasileira está perdida: perdida em si mesma. E de forma cruel, deixa que milhares de pessoas morram todos os dias, ou pior, sejam enlatadas na ignorância por uma corja política que está pilhando o espírito cívico dos brasileiros.</p>
<p>No movimento Fora Sarney (#forasarney) existem pelo menos quatro tipos de envolvidos: os que realmente se importam, os oportunistas que pensam em tirar vantagem quando o time cair e um terceiro, que tá só a fim de tacar pedra em alguém que está na posição de alvo, e tem o quarto e pior, que acham política uma coisa chata e que nunca nada será diferente.</p>
<p>Este último tipo é o mais CRUEL porque desistiu de sonhar um sonho positivo e ainda vê, de forma passiva e indiferente, milhares de pessoas sendo matéria orgânica para o imenso biodigestor da política brasileira. Não tenho a inocência de achar que a natureza humana não será tentada pelo poder por toda a sua existência, mas tenho a esperança de que possamos estar vigilantes e atuantes quando preciso for.</p>
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		<title>[Redes Sociais] 10 maneiras de se manter longe de encrenca</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/07/09/redes-sociais-10-maneiras-de-se-manter-longe-de-encrenca/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 16:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Temos observado um aumento massivo de pessoas utilizando a Internet e principalemente as redes sociais, como o Twitter, Orkut, Facebook, Linkedin e outros. A questão crucial é se as pessoas tem noção exata da exposição que sofrem ou pior, aquela a que submetem outras pessoas, quando em seu orkut, marcam um amigo numa foto. Pronto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos observado um aumento massivo de pessoas utilizando a Internet e principalemente as redes sociais, como o Twitter, Orkut, Facebook, Linkedin e outros. A questão crucial é se as pessoas tem noção exata da exposição que sofrem ou pior, aquela a que submetem outras pessoas, quando em seu orkut, marcam um amigo numa foto. Pronto, mesmo que seu perfil no orkut não contenha fotos ou dados pessoais, você acabou de ser exposto.</p>
<p>Hoje eu li um post, escrito por <a href="http://blogs.techrepublic.com.com/10things/?p=851" target="_blank">Deb Shinder para o site TechRepublic</a>, que faz considerações sobre as consequencias que podem advir da utilização das redes sociais, e dez maneiras de tentar se manter longe dos problemas. São elas:</p>
<p>1. Onde você está e por que está aqui?</p>
<p>2. Quem é o seu público/audiência?</p>
<p>3. Você ousa misturar negócios com prazer?</p>
<p>4. O que está exposto não é somente o que você coloca (post) que aparece.</p>
<p>5. Uma imagem diz mais que mil palavras &#8211; e pode ser milhares de vezes mais embaraçosa.</p>
<p>6. Pessoas podem se sentir atingidas e bater de volta.</p>
<p>7. Evite o perigo de postar sob influência (PUI &#8211; Post Under the Influence)</p>
<p>8. Esteja pronto para rejeitar alguém como amigo ou marcá-lo um &#8216;não amigo&#8217;</p>
<p>9. Você está familiarizado com as opções de configuração do site?</p>
<p>10. Você pode usar um pseudônimo?</p>
<p>Tentando trazer esta visão de comportamento para a nossa cultura, apresento a seguir a adaptação dos comentários feitos por Deb.</p>
<p><span id="more-183"></span></p>
<p><strong>1. Onde você está e por que está aqui?</strong></p>
<p>Você precisa entender que alguns serviços de redes sociais estão focados em negócios (como o Linkedin) outros são genéricos. Um comportamento apropriado em um pode não ser em outro. Pense sempre no propósito do site e no seu dentro dele.</p>
<p><strong>2. Quem é o seu público/audiência?</strong></p>
<p>Quando você escreve dentro de um serviço como o twitter, todos estão lendo o que você escreve, mesmo os não pertencentes ao twitter, logo, não é um local apropriado para divulgar algo que você não queira que atinga um &#8216;zilhão&#8217; de pessoas. Por outro lado, se você utilizar o orkut, e somente permitir a amigos a leitura de seus scraps, este é o local para as comunicações que devam atingir só seu grupo de amigos. Assim como o Linkedin é o lugar para você desfilar seu currículo e sucesso profissional.</p>
<p><strong>3. Você ousa misturar negócios com prazer?</strong></p>
<p>Misturar entre amigos e seguidores pessoas ligadas à sua vida pessoal íntima e outras ligada ao trabalho ou negócios pode ser perigoso. Por exemplo, se você tomar um porre no aniversário de um parente e algum amigo colocar uma foto ou depoimento que seja lido por clientes ou pessoas relacionada a seus negócios, podem não ter a sensibilidade de entender que esses acontecimentos em afetam sua postura profissional.</p>
<p><strong>4. O que está exposto não é somente o que você coloca (post) que aparece.</strong></p>
<p>Lembre-se que os amigos em comuns podem ver tudo o que os outros amigos dizem sobre fatos e acontecimentos relacionados a você, marcam você em fotos, comentam seus posts, e logo, podem estar dando mais informação do que você gostaria que aparecesse.</p>
<p><strong>5. Uma imagem diz mais que mil palavras &#8211; e pode ser milhares de vezes mais embaraçosa.</strong></p>
<p>Grande parte dos sites de redes sociais permitem muito mais que texto; permitem  fotos, vídeos, links e mais. Podem ser formas muito ricas de comunicação, mas podem ser uma gafe que venha a prejudicar seu casamento, sua carreira ou amizades.</p>
<p>Regra número um: não publique fotos suas em situações comprometedoras. Mesmo que a situação seja para você uma brincadeira óbvia, mesmo que só vá constar num álbum de acesso restrito para amigos muito próximos. A partir do momento que estão publicadas, podem ser salvas, copiadas e publicadas em outros locais. E o julgamento a respeito de uma imagem dependerá de um contexto onde ela se apresente. Coisas inocentes podem ser tomadas como graves.</p>
<p>Regra número dois: nunca publique fotos e videos de pessoas sem o consentimento delas, mesmo que não sejam imagens comprometedoras. Cabe a cada pessoa decidir se quer ser exposta, em que situação e para  que público.</p>
<p>Vale ainda lembrar que não é de bom gosto colocar 250 fotas da sua última viagem. Você pod ser tomado como excessivamente narcísico. Escolha algumas melhores e publique.</p>
<p><strong>6. Pessoas podem se sentir atingidas e bater de volta.</strong></p>
<p>Falar o que pensa é uma das melhores sensações que existe. Porém lembre-se que num sistema como as redes sociais, principamente os microblogs, como o Twitter, o que você &#8216;diz&#8217; pode ser &#8216;ouvido&#8217; por milhares de pessoas, e serão interpretadas no mundo real, e, caso se sintam agradidas, podem devolver a agressão. E podem tomar ações jurídicas, agressões físicas, e podem até descontar em pessoas que pensam como você. Use este mecanismo concientemente e com maturidade.</p>
<p><strong>7. Evite o perigo de postar sob influência (PUI &#8211; Post Under the Influence)</strong></p>
<p>Todos sabemos sobre o perigo de dirigir sob a influência de bebida alcólica. Da mesma forma, temos que ter o cuidado quando postamos nas redes sociais sem o nosso juízo perfeito, sob a influência de sentimentos de raiva, revolta, ou embarcados numa onda de entusiasmo. Assim como na vida fora da Internet. Para quem usa i Google GMAIL em inglês, existe uma add-on chamado &#8216;Mail Goggles&#8217; (Settings -&gt; Labs) que apresenta alguns problemas matemáticos antes de você enviar algo em horários onde você possa estar cansado ou desatento. Se não conseguir acertar o desafio, então é melhor ir dormir e enviar amanhã.</p>
<p><strong>8. Esteja pronto para rejeitar alguém como amigo ou marcá-lo um &#8216;não amigo&#8217;</strong></p>
<p>Para algumas pessoas, dizer não é uma tarefa difícil. Porém, se você disser sim para todos que querem participar de sua rede social, vai ser como abrir as portas de sua casa e permitir que todos acampem em sua sala de estar, com direito a comentar sobre tudo o que você faz e diz.</p>
<p>Caso você já tenha falsos amigos na lista, saiba que muitos sites não os avisam quando você os exclui (mas é bom verificar). Porém, se você não que gerar constrangimento com, por exemplo, um colega de trabalho, veja se nos álbuns e áreas de posts tem como bloquear o acesso. Dificilmente ele virá reclamar. Se vier, é melhor criar logo a indisposição, porque falta bom senso na pessoa.</p>
<p><strong>9. Você está familiarizado com as opções de configuração do site?</strong></p>
<p>Uma das coisas mais importantes a se fazer antes de colocar suas informações dentro de um site é entender quais são as opções de configuração que ele oferece. Verificar por exemplo como funcionam as regras de restrições e se você precisa aplicá-las pessoa por pessoa ou pode agrupá-las e a partir daí aplicar as regras ao grupo (o que simplifica bastante). Por exemplo, pode ter grupos de familiares, amigos íntimos, colegas de trabalho, amigos do futebol, etc, e quando colocar qualquer informação, dizer quem terá acesso e se poderá comentar, etc.</p>
<p>Alguns serviços de rede sociais permitem que você diga se pode ou não ser referenciado (tagged) em uma foto por exemplo. Verifique todas estas opções e assim porá evitar gafes ou divulgação de suas informações através da atitude de sua rede de relações.</p>
<p><strong>10. Você pode usar um pseudônimo?</strong></p>
<p>Você pode imaginar que, se criar um pseudônimo, ou um falso eu, poderá se proteger de possíveis problemas. Daí advém duas questões. A primeira é que a rede social estará perdendo a sua função como forma de aumentar o seu relacionamento com pessoas que você possa extender para fora da Internet. Outra questão é que diversos sites tem em seus termos de uso, restrições claras sobre falsidade ideológica . Exsite inclusive, nos EUA casos de condenação por uso de identidade falsa (fake) no Facebook.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A questão central é que, na Internet as coisas podem ficar para sempre, e você poderá ter problemas com o que disse ou com o que mostrou, muitos anos mais tarde. Creio que a questão central é pensar sempre sobre o que vai dizer ou mostrar, assim como na vida real, só que com o agravante que fica bem mais difícil cair no esquecimento. É como estar sempre &#8216;na boca do povo&#8217;.</p>
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