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	<title> &#187; Consumidor 2.0</title>
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	<description>A atenção crítica ao cotidiano - pensemos um pouco sobre tudo que nos rodeia</description>
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		<title>[Consumidor 2.0] Cada um vivendo seu mundinho&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 19:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar HUMANO]]></category>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/wp-content/uploads/2010/08/eduneto-cada-um-no-seu-mundo.jpg"><img src="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/wp-content/uploads/2010/08/eduneto-cada-um-no-seu-mundo.jpg" alt="" title="eduneto-cada um no seu mundo" width="478" height="865" class="alignnone size-full wp-image-498" /></a></p>
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		<title>[Consumidor 2.0] O marketing, venda, pós-venda e satisfação garantida</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 14:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns sabem outros não, mas sou um dos diretores do site Reclame Aqui (@reclame_aqui), e assim, vivo diariamente as desventuras de consumidores e empresas em seus processos de relações, principalmente no pós-venda. Em alguns casos, poderia chamar de processo de não-relação. &#8230; <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2010/03/22/consumidor-2-0-o-marketing-venda-pos-venda-e-satisfacao-garantida/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns sabem outros não, mas sou um dos diretores do site <a href="http://www.reclameaqui.com.br" target="_blank">Reclame Aqui</a> (@reclame_aqui), e assim, vivo diariamente as desventuras de consumidores e empresas em seus processos de relações, principalmente no pós-venda. Em alguns casos, poderia chamar de processo de não-relação. A dificuldade básica enfrentada por dois entes interdependentes, em enxergar o surgimento simultâneo dos papéis no momento da compra (ou relação de consumo).</p>
<p>No último dia 04 de março, no Rio de Janeiro, dentro do <a href="http://www.circuito4x1.com.br/evento-de-marketing-digital.html" target="_blank">Circuito4×1</a>, tivemos a oportunidade de estrearmos como palestrantes em um evento focado em marketing digital e comunicação. Foram dois dias de palestras e sessões de perguntas e respostas, no evento idealizado por Oscar Ferreira (SEO) (@kakamachine).</p>
<p>Até então, em nossos eventos e outros a que fomos convidados, somente comparecia o &#8220;pessoal do SAC&#8221;. Muitas vezes, essa temida área, o patinho feio das empresas, que nem dentro da área de marketing estão, na verdade, muitas vezes nem dentro da empresa estão. Puxa vida, não poderia deixar de esquecer das ouvidorias, que hora ou outra também estão presentes. Algumas são ativas, opinam no planejamento estratégico e conseguem iniciar um processo de mudança, mas em sua maioria, servem como parâmetros de controle dos serviços do SAC.</p>
<p>Desta vez, no <a href="http://www.circuito4x1.com.br/evento-de-marketing-digital.html" target="_blank">Circuito4×1</a>, ousou-se ao óbvio: considerar o serviço de atendimento de pós-venda, algo integrante às ofertas. A quem interessar, segue o vídeo de minha palestra sobre o assunto.</p>
<p><object id="playerFlash" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="id_video=527828" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=527828&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="playerFlash" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=527828&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" wmode="opaque" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="id_video=527828"></embed></object></p>
<p>Uma campanha de marketing não pode ter o seu ROI medido no faturamento gerado, necessita ter seu ciclo de apuração alongado, pelo menos para o término das entregas geradas pelas vendas, e aos prazos garantidos ao consumidor para arrependimento, devolução ou troca.</p>
<p>Fica fácil demonstrar ser eficiente na Internet, através de ações de email marketing que despejam dezenas de ofertas, medem o interesse, vendas realizadas, redes de influência e etc. Difícil é considerar o que a empresa irá ter que segurar na área de pós-venda (ou o velho SAC) e determinar o nível de satisfação que ficará incutido em cada cliente pós-campanha.</p>
<p>Alguns podem dizer que isso não é problema da área de marketing digital. Eu digo: então tá.</p>
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		<title>[Consumidor 2.0] Telefonia celular: quem paga adiantado, paga mais caro</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2010/01/22/consumidor-2-0-telefonia-celular-quem-paga-adiantado-paga-mais-caro/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 02:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Congonhas, 07 da manhã, café com leite e baguete, papo esperando o horário para ir para reunião aqui próximo, e surge uma conversa sobre custo de ligação telefônica, formas de tarifações, etc. Coisa boa para digerir com o café da &#8230; <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2010/01/22/consumidor-2-0-telefonia-celular-quem-paga-adiantado-paga-mais-caro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Congonhas, 07 da manhã, café com leite e baguete, papo esperando o horário para ir para reunião aqui próximo, e surge uma conversa sobre custo de ligação telefônica, formas de tarifações, etc. Coisa boa para digerir com o café da manhã.</p>
<p>Eu acredito que realmente essa questão de cobrança de &#8220;minutagem&#8221;  é sem cabimento, uma vez que as redes que estão por trás das operadoras não trabalham mais assim, e sim por capacidade de banda (daí o termo banda larga para conexões que suportam muitos serviços, tem alta velocidade).</p>
<p>Algo assim, na Internet, hoje tem twitter, tem orkut, tem skype, da mesma forma, dentro da rede das companhias telefônicas, a ligação telefônica é mais um serviço. O grande diferencial, é que, diferentemente da Internet, elas controlam o compromisso da qualidade da ligação (QoS &#8211; Quality of Service), ou seja a rede se compromete a entregar a ligação com qualidade na voz e sem cortes (pelo menos deveria).</p>
<p>Logo, uma ligação feita de um telefone celular com serviço pós-pago ou pré-pago, passam todos pelo mesmo &#8220;tubo&#8221;. Esse tubo vai se enchendo de acordo com o volume de conversas simultâneas que vão acontecendo, também não importando de que tipo de telefone celular está realizando a chamada, sejam pré-pagos, pós-pagos ou planos corporativos.</p>
<p>Bom, conclui-se então, que, independente do tipo de plano, a ligação custa o mesmo para transitar pela rede da companhia. Então pergunto: porque alguém que paga adiantado a sua ligação, paga o minuto mais caro dentre todos? (aliás, um dos mais caros do mundo)</p>
<p>Se eu passar num supermercado e pagar a compra de um ano e for retirando aos poucos, vou querer descontos. Se eu pagar a anuidade de uma escola adiantada, peço desconto. Se pagar meu celular adiantado, pago mais caro.</p>
<p>Vai vir um discurso de que o pós pago garante receita e blá, blá, blás a mais. Gera também sistemas de faturamento complexos, emissões de contas, entrega por correio ou próprias, erros de faturamento e reprocessamentos, desgastes em SACs.</p>
<p>A questão também, é que a camada mais pobre da população é a que utiliza celulares pré-pagos, e tem menos instrução e condição de entender a parafernália de ofertas das operadoras em planos mirabolantes (Não! Não estou defendendo o Bolsa Celular). Ou seja acabam pagando caríssimo, muitas vezes CINCO vezes mais na ligação que um plano pós pago ou corporativo.</p>
<p>Acho que as operadoras não estão mais a fim de trabalhar na velha lei da oferta e da procura e competirem no preço, apostando na demanda. Ora, se tem bom preço para quem paga adiantado, é natural pensar que vai aumentar esta modalidade de venda. O preço alto de hoje, é para empurrar o consumidor para os planos pós pagos e para fidelizações esdrúxulas. Os que não podem ir, que se lixem. Quem estará por eles?</p>
<p>Devia-se cobrar a conexão e pronto, é como colocar QoS na Internet. Mas não, vão esperar os softwares de telefonia IP, instalados em smartphones, dominarem a cena: depois correm atrás. Como sempre.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Consumidor 2.0] Empresas precisam de estratégias diferenciadas para migrantes e nativos</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/08/03/consumidor-2-0-empresas-precisam-de-estrategias-diferenciadas-para-imigrantes-e-nativos/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 19:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre as várias classificações que já foram feitas até hoje sobre os perfis das pessoas que utilizam a Internet a que divide as pessoas entre migrantes e nativos é uma das mais acertadas. Eu por exemplo, trabalho na área de &#8230; <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/08/03/consumidor-2-0-empresas-precisam-de-estrategias-diferenciadas-para-imigrantes-e-nativos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre as várias classificações que já foram feitas até hoje sobre os perfis das pessoas que utilizam a Internet a que divide as pessoas entre <em>migrantes</em> e <em>nativos</em> é uma das mais acertadas.</p>
<p>Eu por exemplo, trabalho na área de tecnologia da informação desde o ano de 1987. Num tempo em que a Internet, nos moldes que tem hoje, era um sonho. O que se tinha era o ensaio de uma rede mundial, que interligava algumas universidades em dias e horas determinados, para permitir a troca de arquivos e mensagens, era a chamada <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BITNET" target="_blank">BitNet</a>. Haviam alguns outros ensaios da Internet, que eram as <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BBS" target="_blank">BBS </a>(Bulletin Boarding System), mas isso era coisa para nerds.</p>
<p>Imagine então os meus contemporâreos ou antecessores que nem atuam em minha área profissional. Viemos todos de um mundo analógico, e fomos imigrando o mundo das novas tecnologias digitais e finalmente para este mundo virutal que está se tornando a Internet. Assim sendo, somos aqueles que criaram as diversas analogias existentes como: email, cesta de compras, cartão de crédito eletrônico, etc.</p>
<p><span id="more-308"></span></p>
<p>Existe outra geração que nasceu dentro deste mundo de novas tecnologias digitais e onde a virtualização não existe &#8211; minha filha de 16 e meu filho de 18 anos, por exemplo. A virtualização é quando você percebe algo analógico representado no mundo dos computadores. Hoje, estes jovens, e outros não tão jovens, nem conseguem perceber esta diferença. A Internet, celulares, ipods e outros do gênero, são extensões de seu corpo, de seu mundo.</p>
<p>Claro que a camada economicamente ativa da sociedade, com poder de compra, é quase toda imigrante na Internet, e por isso entende as lojas virtuais que vêem hoje. Com seus departamentos, sacola de compras, checkout, acompanhamento de pedidos de entrega e etc.</p>
<p>Há de se pensar em uma formatação de venda que não tenha tanta estrutura, e que possa acontecer de forma mais natural, algo como compre num click. Técnicas de acesso e apresentação que venham a atender o desejo ou necessidade de consumo e rapidamente converter numa venda. Algo que não esteja confinado numa loja de departamento.</p>
<p>Aliás, entre num grande magazine a avalie quantos jovens estão fazendo compras, andando pacientemente pelos corredores, procurando algo que os agrade. Por mais incrível que pareça, isso também acontece na web. Os Nativos gostam de estar em lugares e com coisas que se identifiquem com eles. As marcas e lojas <em>cool </em>dominam.</p>
<p>A coisa é mais ou menos ligada ao assunto: se me mudei para uma kitnet, nunca morei sozinho e preciso de lencóis para a cama, na verdade preciso de alguém que entende tudo de lencóis e de arrumar cama. Se tiver um espaço na Internet que me fale como é a vida numa kitnet, vivendo como estudante e me diga o que preciso fazer pra viver na boa, é lá que vou.</p>
<p>Cada geração uma estratégia: os Nativos odeiam coisas estruturadas, estão sempre em situações, e, para cada situação uma solução completa. Se é bom ou ruim eu não sei, sei que é assim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Consumidor 2.0] Greenpeace possui guia para escolha de eletrônicos</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 19:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[HP]]></category>

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		<description><![CDATA[O greenpeace é muito conhecido por enviar seus integrantes em batalhas contra baleeiros, acorrentarem-se em árvores para evitar desmatamento, mas também estão preocupados e envolvidos em ações que atingem os fabricantes de eletrônicos. Ocorre que, na fabricação de eletrônicos, são &#8230; <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/07/30/consumidor-2-0-greenpeace-possui-guia-para-escolha-de-eletronicos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O greenpeace é muito conhecido por enviar seus integrantes em batalhas contra baleeiros, acorrentarem-se em árvores para evitar desmatamento, mas também estão preocupados e envolvidos em ações que atingem os fabricantes de eletrônicos.</p>
<p>Ocorre que, na fabricação de eletrônicos, são utilizados vários tipos de materiais que são altamente tóxicos, capazes de provocar câncer em quem os manipula durante a fabricação dos mesmos, e outros que geram toxidade no meio ambiente quando são descartados.</p>
<p>Para facilitar o entendimento dos resultados de todas as avaliações feitas, bem como verificar como as empresas estão evoluindo em direção a gerer produtos mais &#8220;verdes&#8221;, o Greenpeace criou uma ferramenta em seu site: o <a href="http://www.greenpeace.org/international/campaigns/toxics/electronics/how-the-companies-line-up" target="_blank"><em>Guide to Greener Eletronics</em></a></p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-296 alignnone" title="greenpeace_eletronic_greener_guide" src="http://www.pensarsobretudo.com.br/wp-content/uploads/2009/07/greenpeace_eletronic_greener_guide.jpg" alt="greenpeace_eletronic_greener_guide" width="407" height="226" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Assim, antes de adquirir um eletrônico de uma marca qualquer, a pessoa pode ir até o site do Greenpeace e acessar a página do <a href="http://www.greenpeace.org/international/campaigns/toxics/electronics/how-the-companies-line-up" target="_blank"><em>Guide to Greener Eletronics </em></a>e ver como anda a qualificação desta empresa, e tomar a decisão de contribuir ou não para a conservação do planeta.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-294"></span>A coisa é tão séria, que, empresas que se comprometeram com metas de redução de uso de materiais tóxicos e não cumpriram seus compromissos são atingidas pelas conhecidas ações da &#8220;guerrilha ecológica&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">No último dia 28 de julho, a sede de uma da gigante dos computadores, a conhecidíssima HP (Hewlett-Packard Co), situada em Palo Alto, Califórnia, EUA, teve seu teto pixado (com  tinta atóxica) com uma frase de aproximadamente 4500 metros quadrados que dizia: &#8220;Hazardous Products&#8221; (Produtos Perigosos).</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-300 alignnone" title="greenpeace-hp" src="http://www.pensarsobretudo.com.br/wp-content/uploads/2009/07/greenpeace-hp.jpg" alt="greenpeace-hp" width="500" height="333" /></p>
<p style="text-align: left;">Para esse novo consumidor, ligado na Internet, integrado através das redes sociais, e cada vez mais conciente de seus direitos, agora também há a possibilidade de serem concientes de suas obrigações como seres humanos e consumidores responsáveis.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>[Consumidor 2.0] É papel fundamental defender o seu espaço</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/06/23/consumidor-20-e-papel-fundamental-defender-o-seu-espaco/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 23:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O momento que estamos vivendo traz a grande oportunidade das pessoas construírem o conteúdo da Internet. A WEB 2.0 é algo realmente que veio como um divisor de águas, na relação entre as pessoas e entre estas e as organizações &#8230; <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/06/23/consumidor-20-e-papel-fundamental-defender-o-seu-espaco/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O momento que estamos vivendo traz a grande oportunidade das pessoas construírem o conteúdo da Internet. A WEB 2.0 é algo realmente que veio como um divisor de águas, na relação entre as pessoas e entre estas e as organizações de pessoas (também chamadas de empresas, instituições, etc). É um empowerment do ser humano em sua individualidade. Uma só pessoa pode causar um impacto tremendo ao expor suas idéias através do megafone internético.</p>
<p>Tenho algumas idéias em formação quanto à forma que isso acontece, mas gostaria de focar em algo que ganhou e continua ganhando um impulso tremendo, que é a relação de consumo. O rótulo de Consumidor 2.0 traz junto o conceito de Empresas 2.0, pois estamos vendo um grande número de organizações que estão se adaptando e criando estratégias baseadas neste novo perfil.</p>
<p>Claro que tudo isso começou porque a força que tem um comentário negativo, de um consumidor insatisfeito numa relação de consumo, é impressionante, dado o potencial multiplicador de sites de relacionamento, blogs e outros especializados na mediação entre consumidores e empresas (bom&#8230; nem todos são mediadores).</p>
<p><span id="more-115"></span></p>
<p>Junto a esta força, vem a responsabilidade das pessoas a ajudarem a separar o joio do trigo, e se colocarem em sintonia com as empresas que estão respondendo às suas reivindicações.</p>
<p>Não estou aqui passando a responsabilidade de fazer publicidade positiva, no boca-a-boca para cada uma das vezes que ouvir falar de uma empresa na qual tenha comprado e nunca tenha tido problemas. Estou falando em perceber dentro desta nova comunidade de consumo que se estabelece na Internet, aqueles elementos que não estão contribuindo para uma evolução nesta relação.</p>
<p>São diversos os casos de concorrentes que, em nome de falsos consumidores, achincalham empresas na clara intenção de ver expostas de forma negativa a imagem desta, enxergando nisso um ganho em relação à concorrência. Bom, se o atacado possuir a mesma índole, irá utilizar do mesmo subterfúgio para atingir ao outro. Estariam assim, invadindo um espaço que não os pertence, e, neste caso, antes de embarcar na provocação, o consumidor precisa avaliar se aquele post procede.</p>
<p>Pode parecer que estou aqui querendo que vocês percam seu tempo nisso, mas não. Estou dizendo que, no tempo em que precisam estar nestas comunidades, não embarquem nas fofocas, não transformem este espaço que vocês possuem para fazer valer suas opiniões e direitos, num muro de pichações.</p>
<p>É o princípio geral da fofoca transformando o que tem valor em algo banal, o que tem credibilidade em algo vazio, é algo compulsivo em nós (vale a leitura de O Tratado Geral Sobre a Fofoca, José Ângelo Gaiarsa), e contra ela só tem uma saída: expor a verdade.</p>
<p>Essa é a nova Internet, um caos potencializado, onde as autoridades, competências e credibilidade se construirão pelo beneficio que gera na vida das pessoas, e os espaços hão que ser defendidos pelos seus ocupantes.</p>
<p>Espremam os tumores!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Comportamento] Twitter: O Império do Instantâneo</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/06/02/comportamento-twitter-o-imperio-do-instantaneo/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 12:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar HUMANO]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[instant]]></category>
		<category><![CDATA[messenger]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez algumas pessoas que leiam este post se perguntem sobre o por quê de eu ter classificado ele como comportamento e não como tecnologia. A proposição é gerar uma discussão sobre o impacto destas novas possibilidades de relacionamento humano advindas &#8230; <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/06/02/comportamento-twitter-o-imperio-do-instantaneo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez algumas pessoas que leiam este post se perguntem sobre o por quê de eu ter classificado ele como comportamento e não como tecnologia. A proposição é gerar uma discussão sobre o impacto destas novas possibilidades de relacionamento humano advindas do uso destes serviços surgidos a partir da Internet.</p>
<p>Não acho discutível a utilidade de praticamente todos os serviços de comunicação instantânea existentes, incluindo celulares, com chamadas, SMS, MMS e os conhecidos instant messengers, como o MSN, Yahoo Messenger, Skipe e GoogleTalk e tantos outros que surgem a cada dia.</p>
<p>A despeito dos serviços celulares &#8216;tradicionais&#8217;, serviços baseados em Internet permitem a comunicação imediata e multimídia com uma pessoa conectada em qualquer lugar do mundo, a um custo irrisório.´</p>
<p>Outros serviços de muita utilidade para potencializar a relação entre as pessoas na Internet foram  aqueles que permitem a formação de redes sociais, como o Orkut, famoso no Brasil e o Facebook, sucesso nos EUA.</p>
<p>O que seria de se imaginar, é que as pessoas estivessem desejando a fusão destes dois tipos de serviços, algo que permitisse a criação de uma rede de relacionamentos, como acontece com o orkut, e ao mesmo tempo seja intantâneo na comunicação, como o MSN. Nasce o TWITTER.</p>
<p>E o que tem o twitter de fantástico em termos de tecnologia? <span id="more-89"></span>Aparentemente nada, mas traz em sua concepção duas características chaves: simplicidade e APIs. A simplicidade de seu funcionamento, da interface e da própria limitação no tamanho das mensagens (140 caracteres) garante a facilidade de uso e limita o objetivo de sua utilização à mensagens de manifestação objetivas ou apontamentos para informação em outros sites.</p>
<p>Em relação à diponibilização de APIs, significa que qualquer desenvolvedor pode fazer com que seu site ou aplicação <em>converse</em> com o Twitter, assim, pode ter a sua disposição uma grande rede social para divulgação ou captação de informações.</p>
<p>Outra grande diferença, é que não é preciso ter uma conta no Twitter para poder visualizar as mensagens colocadas no perfil de alguém, basta digitar por exemplo <a href="http://twitter.com/enevesneto">http://twitter.com/enevesneto</a> e ver tudo o que eu escrevo diariamente no meu twitter. Existe até uma notação própria para representar o endereço de alguém no twitter, em meu caso seria: @enevesneto.</p>
<p>O Twitter representa uma camada de serviço na Internet que permite o broadcast instantâneo de informações, permite pesquisa sobre o que as pessoas estão falando (search.twitter.com), porém, tudo isso conivente com um comportamento de pessoas que estão dispostas a colocar informações e pensamento dentro desta rede social.</p>
<p>Hoje, todas as agências de publicitade estão em polvorosa tentando entender estes fenômenos e traçar estratégias para atuar nestes veículos. Para se ter uma idéia do que está ocorrendo, basta a informação de que as empresas americanas já gastam mais em publicidade na Internet do que em qualquer outro veículo.</p>
<p>Para termos uma dimensão do tamanho do Twitter, basta olharmos a quantidade de pessoas e organizações que aderiram a ele, que hoje passam de 32 milhões de cadastrados, sendo que 70% destes adeptos se cadastraram nos últimos 12 meses.</p>
<p>Bom, isso tudo é só uma avaliação de um dinossauro, que começou profissionalmente na área de informática quando a Internet nem mesmo existia. Pessoas que nasceram nesta geração conectada e que busca a exposição e a instantaneidade, como meu amigo Lupatini (@lupatini), diriam: o Orkut é o que aconteceu, é PASSADO, o Twitter é o que está acontecendo AGORA!</p>
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		<title>[Consumidor 2.0] Compras na WEB: Eu nunca tive problemas</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/05/29/consumidor-20-compras-na-web-eu-nunca-tive-problemas/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 13:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar HUMANO]]></category>
		<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Queria me desculpar com aqueles que podem achar que ando falando demais sobre consumidores 2.0, mas acho que é fruto do excesso de informações e pelo envolvimento dos últimos dias com projetos do pessoal do ReclameAQUI e consequente contato com empresas &#8230; <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/05/29/consumidor-20-compras-na-web-eu-nunca-tive-problemas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queria me desculpar com aqueles que podem achar que ando falando demais sobre consumidores 2.0, mas acho que é fruto do excesso de informações e pelo envolvimento dos últimos dias com projetos do pessoal do <a href="http://www.reclameaqui.com/" target="_blank">ReclameAQUI</a> e consequente contato com empresas que atuam neste segmento de mercado.</p>
<p>Analisando a dinâmica do comércio, numa loja tradicional, a venda e o pós-venda normalmente são efetuados pelos vendedores, sendo que no segundo caso, quase sempre há a participação de um gerente ou supervisor, que recebe o cliente pelas mãos do vendedor.</p>
<p>No ramos de televendas e lojas na web, as funções foram completamente separadas, chegando a ter números de telefones distintos, muitas vezes, o número de venda é um 0800 e de reclamações é pago. Dá até a impressão que o processo de seleção de pessoas para o trabalho ocorram em separado: educados e bem resolvidos para área de venda, grosseiros e alienados para o pós-venda.  Ou então conseguem isso com muito treinamento.</p>
<p>Hoje ví uma reclamação de um consumidor contra uma loja virtual, inclusive pertencente a uma grande rede de lojas físicas, e profissional da área de tecnologia da informação. O caso dele, por incrível que pareça, é que não consegue concluir uma compra. Aí danou-se!</p>
<p>Estou observando isso tudo de forma atônita, pois compro na Internet há cerca de cinco anos e nunca tive do que reclamar. Inclusive, quando me chagaram informações a respeito de grandes magazines virtuais, dos quais sou cliente, afirmando que estão, vertiginozamente, perdendo mercado para pequenas lojas especializadas, custei a acreditar.</p>
<p>Mas hoje eu sei porque eu não tinha nada a reclamar: porque nunca precisei reclamar. Mas parece que, estatísticamente, minha hora está chegando&#8230; ou estou somente me contaminando pelas redes sociais.</p>
<p>Bom, se é temor vazio, ou se realmente o risco é eminente eu não sei precisar, a única coisa que sei, é que transmitir segurança vai ser sempre uma prerrogativa de quem vende na WEB.</p>
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		<title>[Consumidor 2.0] Velho modelo, novo veículo: ponto para o cliente</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/05/27/consumidor-20-velho-modelo-novo-veiculo-ponto-para-o-cliente/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 18:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive hoje a satisfação de proferir uma palestra num evento organizado pelo meu amigo Maurício Varga, do ReclameAqui. Palestrei não como um técnico e sim como um ser humano, e foi uma oportunidade única para rever conceitos e perceber, que o que queremos enquanto consumidores é o de sempre. <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/05/27/consumidor-20-velho-modelo-novo-veiculo-ponto-para-o-cliente/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de dez dias, meu amigo Maurício Vargas, um visionário do consumidor na Internet, e responsável pela alavancagem do <a href="http://www.reclameaqui.com.br" target="_blank">ReclameAqui</a>, que a meu ver, tem a maior qualidade de dar espaços às pessoas dizerem o que sentem, mais do que dizerem o que pensam.</p>
<p>Fiquei meio surpreso com o convite, uma vez que os debates que tive com ele a respeito do assunto, nada mais foi do que &#8216;conversa de botequim&#8217;, mas, ele conseguiu me convencer que eu era apto para falar por 40 minutos, no evento <a href="http://www.reclameaqui.com.br/eventos/" target="_blank">O Consumidor 2.0</a>.</p>
<p>Meio relutante, mas convencido que poderia ajudá-lo nesta tarefa, topei a empreitada. O problema começou a vir nos dias que se seguiram. Fiquei imaginando o que eu iria fazer num evento especializado em consumidores por Internet, onde estariam especialistas de áreas de atendimento a clientes, marketing, ouvidoria e demais áreas especializadas das empresa. Tudo ficou pior quando eu vi a relação de inscritos&#8230; vários gigantes.</p>
<p>Acredito que esse convite me inspirou <a href="http://www.pensarsobretudo.com.br/2009/05/24/as-empresas-querem-o-dinheiro-dos-clientes-finalmente/" target="_blank">um post anterior a este</a>, onde creio que já comecei a observar e analisar a conjuntura atual das empresas e onde os consumidores estavam inseridos. A partir daí foram dias de angústia, principalmente que recebi a programação e minha palestra seria a de abertura e que o que eu falasse estaria representando 1,5 milhões de consumidores que passam ou passaram pelo ReclameAqui.</p>
<p>Na noite anterior consegui um insight maravilhoso: <em>eu sou um consumidor, só preciso ser eu mesmo</em>. Depois desta maravilhosa conclusão explodiu outra: <em>eu sou não só consumidor, mas pai, marido, empresário&#8230; e assim todas as pessoas que estarão no evento, basta chamá-los a este pensamento e a partir daí a palestra é nossa</em>.</p>
<p>No meio da palestra me recordei de me avô, citado no post a que me referi acima, e contei a história do &#8216;bolixo&#8217; dele, e a partir daí uma sucessão de situações. Reclamações de supermercados que empurram o que compram mais barato independente da vontade do cliente, à experiência de minha esposa que comprou flores pela Internet e a recebeu pelo correio (devidamente mortas).</p>
<p>E o evento se seguiu, e seguiu em minha mente uma forte imagem, aquelas formadas a partir das histórias de meu avô, atendendo em seu armazém, atendendo às necessidades de seus clientes, fazendo listas de compras a partir do que os clientes procuram.</p>
<p>O que realmente mudou? O que os consumidores querem é o que sempre quiseram. As empresas é que, em sua engenharia empresarial, de processos e gigantescas estruturas, esqueceram que seu objetivo é a venda, e sua segurança é a satisfação do cliente.</p>
<p>Creio que o que mudou é o veículo, que faz com que os consumidores sejam ouvidos com mais facilidade, criando um contra-peso no processo comercial, não permitindo à empresa varrer os problemas de atendimento para baixo do tapete. Agora é pra valer. E não adianta partir para soluções legais para conflitos, porque o custo financeiro destas discussões são altíssimos, e, caso o processo arraste por uma ano, a empresa terá um ano de posts negativos em blogs, sites e redes de relacionamento.</p>
<p>O que consigo concluir, é que as empresas que considerarem o atendimento ao cliente, principalmente no pós-venda, um apêndice da empresa, como um mal necessário, e não uma fonte de informação que deva nortear os negócios, fatalmente irão desaparecer diante desta comunidade de consumidores.</p>
<p>Por fim, deixo aqui o apelo que fiz ao final de minha palestra: &#8220;Por favor, chega de modernidades, voltem ao modelo antigo&#8221;.</p>
<p>PS: Isso vale pra mim, quando <em>&#8216;estou&#8217;</em> empresário.</p>
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		<title>Kindle, iPod e Livros</title>
		<link>http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/05/26/kindle-ipod-e-livros/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 03:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar HUMANO]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[As várias tecnologias que tem surgido pararecem ser excludentes entre si e em relação à forma mais erudita de tratar o mesmo assunto ou informação. Acredito que há de se achar formas de acomodar as diversas formas nas diversas situações, aos diversos seres. <a href="http://www.pensarSOBREtudo.com.br/2009/05/26/kindle-ipod-e-livros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou uma pessoa que adora livros! Acho até que igualo o prazer da leitura ao de andar entre eles, olhar os títulos, autores e orelhas, abrí-los em páginas aleatórias e tentar me surpreender ou me sentir atraído em um parágrafo lido, passar a outro e assim por diante. Creio que livrarias são lugares de refúgio para mim. Adoro as que tem sofás e luminárias para leitura.</p>
<p>Bom, baseado nessa minha neurose literária, pois nem leio tanto assim quanto gosto dos livros, poderia eu iniciar aqui uma defesa do livro impresso e uma cruzada contra as tecnologias que tentam usurpar o prazer que descreví, colocando centenas de títulos dentro de uma maquininha sem graça, de tela de cristal líquido, ou ainda pior, a heresia máxima de um dispositivo metido a besta, que faz as imagens e sons saltarem com qualidade impressionante, fazendo parecer dispensável aquele formato &#8216;gutemberguiano&#8217; de registro de informações e emoções.</p>
<p>Dias atrás, a Intenet, através de seus diversos meios, noticiou uma afirmação do genial Steven Jobs, que questionado sobre a forma que sua empresa, a Apple, reagiria ao Kindle, da Amazon, disse que &#8220;o Kindle é um gadget morto à nascença porque as pessoas já não lêem&#8221;.  Eu concordo em grande parte com isso, porém, isso não quer dizer que seja uma notícia feliz.</p>
<p>Creio que, amantes da literatura, irão adorar carregar centenas de títulos num dispositivo e lê-los onde quiserem, desde que a bateria esteja carregada. Assim como dizer que vídeos e sons disponíveis à mão, de forma rápida não seja igualmente maravilhoso seja menosprezar uma geração multimídia que já está existindo e de forma muito ativa. E creio que como eu, outros tantos irão adorar passar horas nas livrarias e bibliotecas se deliciando com essa janela de tempo dedicada à admiração da literatura.</p>
<p>No meu pensamento, as sensações que se formam na mente das pessoas ao lerem um livro, seja ele no Kindle ou em papel impresso, ativam um pensar lúdico, um estímulo à criação, muito diferente da mensagem completa recebida em um filme, onde imagens e sons vêm prontos.</p>
<p>A multimídia foi uma das conquistas da era tecnológica que estamos vivendo, e a cada dia se prova insuperável em sua capacidade de comunicação, na sua forma única de transmitir quase todos os componentes da comunicação.</p>
<p>Creio que diversas empresas divulgam declarações polarizadoras ao compararem as tecnologias que parecem ser concorrentes, talvez no intuito de gerar na cabeça das pessoas uma idéia de que uma opção necessariamente exclui a outra.</p>
<p>Estranhamente, a Amazon anunciou recentemente a liberação do software do Kindle para ser usado no iPod e iPhone. Logo, posso então utilizar uma forma superada de comunicação num dispositivo multimídia que desdenha as letras como forma de codificação da linguagem e comportamento humano. Bom, mas neste caso, estaria a Apple permitindo uma heresia contra seus valores, ou estaria a Amazon cometendo uma heresia contra si própria ao aderir ao dispositivo que desdenha sua visão do mundo?</p>
<p>Acredito que temos que ter uma visão mais crítica a cerca destas tendências todas e entendermos que tudo é uma questão de opção de cada um, para cada situação e em cada momento. Se a literatura acabou para essa geração que surge, eu só tenho a sentir muito, mas se essa geração faz seu destino a partir das estratégias de marketing das empresas, aí eu sinto mais o pesar.</p>
<p>Sabe, me ocorreu uma cena, que acho que seria legal: uma pessoa, num vídeo no iPod, contando estórias, que estão sendo lidas num Kindle, para crianças dormirem, mas aí a bateria acaba&#8230; do Kindle?&#8230; do Ipod?&#8230;  Boa Noite!</p>
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